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domingo, 23 de dezembro de 2012

Sobre a gravidez na adolescência

Conselho da Comunidade

Publicado em 12 de Dezembro de 2012, às 00h00min | Autor: Marcelo Kloster

Sobre a gravidez na adolescência


Até meados do século passado era normal uma menina casar-se aos treze anos e iniciar sua vida sexual, na maioria das vezes, com um homem mais velho. Duas questões fundamentais alteraram esta visão e transformaram em tabu a vida sexual antes da maioridade. Em primeiro lugar, as conquistas conseguidas pelas mulheres ao longo do século passado, tais como o voto feminino e a igualdade de gênero. Importantes fatores estes que possibilitaram às mulheres o direito de escolha, entre elas o de poder escolher seu parceiro e, principalmente, o direito de concluir seus estudos tornando difícil o casamento antes da finalização do ensino médio ou de uma faculdade. Em segundo lugar e, fundamental, são os estudos realizados por psicólogos, pedagogos e pensadores a respeito das fases ou estágios da vida de uma criança desde o nascimento até a vida adulta. A Teoria Cognitiva é uma dessas teses que afirma que a criança passa por estágios de desenvolvimento mental e que, portanto só estará intelectualmente preparada para agir no mundo, de forma plenamente crítica, após a adolescência. Dessa forma e dentro deste contexto é que foi desenvolvido o estatuto da criança e do adolescente, com o intuito de salvaguardar o período de desenvolvimento psicológico, biológico e educacional da criança. O que vemos na prática é que a vida sexual tem começado cada dia mais cedo, e os motivos dessa precocidade são vários, biológicos, sociais, etc. Muitas querem sair da dependência dos pais, outras por não acreditarem nas consequências de uma vida sexual precoce e, às vezes, por imposição dos parceiros, acabam não se protegendo, poucas tem acesso ao profissional ginecologista e métodos contraceptivos, e ainda, temos os casos de violência sexual. No passado, quando uma jovem adolescente começava a apresentar desejos sexuais, a família poderia marcar o casamento ou encaminhá-la para um internato, e até mesmo para um convento, portanto havia vários modos de repressão, inclusive a violência física, hoje nos resta apenas o diálogo e a educação.



  http://www.jmnews.com.br/noticias/espaco%20publico/42,28141,12,12,sobre-a-gravidez-na-adolescencia.shtml

Renovar ou Revogar

Conselho da Comunidade

Publicado em 18 de Dezembro de 2012, às 00h00min | Autor: Marcelo Kloster - marcelokloster@gmail.com

Renovar ou Revogar


Ao refletirmos à respeito das notícias que envolveram a Viação Campos Gerais nestes últimos anos, sua relação com a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa e seu atendimento para com seus usuários, deparamo-nos com alguns questionamentos.
O primeiro diz respeito à necessidade de um contrato de 10 anos com chances de renovação para mais 10. Esta situação não me parece muito frequente atualmente visto que a situação econômica, apesar de relativamente estável, não oferece segurança suficiente a respeito do mercado para prevermos as transformações em médio prazo e assim assinarmos um contrato de tal duração.
Outra questão é com relação aos termos do contrato a ser renovado, pois se ele possui tal duração, então deve ter sido resultado de um estudo detalhado e de projeções confiáveis, com aberturas para adaptações de acordo com as mudanças do cenário econômico. E principalmente, este contrato deve estar de acordo com as necessidades de seus usuários e a realidade da situação urbanística e de trânsito de Ponta Grossa. Sendo bem montado este contrato sobre as bases legais e reais, deve haver penalidades para ambos os lados, caso não cumpra corretamente suas disposições.
Temos também que pensarmos nas licitações que foram realizadas. Existem opções de concorrência? Digamos que supostamente a empresa, que há anos presta serviços de transporte coletivo resolva mudar de cidade, teríamos uma boa quantidade de mão-de-obra especializada desempregada, teríamos uma demanda considerável de usuários, porém, será que teríamos uma empresa que atendesse igual ou melhor as necessidades do transporte coletivo? Durante a última licitação, o transporte foi dividido em duas áreas e ainda assim foi vencido pela atual empresa de transporte, o que cria outro dilema. Como podemos desenvolver uma concorrência dentro de nossa região sem privilegiarmos uma ou outra empresa?
Assim, sem nenhuma pretensão de concluir o caso, fico a seguinte reflexão. O quanto somos dependentes de uma postura moral e legal de nossos líderes eleitos, responsáveis pela administração da coisa pública, e dos empresários que compõe nosso setor econômico.

http://www.jmnews.com.br/noticias/espaco%20publico/42,28340,18,12,renovar-ou-revogar.shtml

Conselho da Comunidade apresenta novos membros

Novos articulistas

Publicado em 02 de Dezembro de 2012, às 00h00min | Autor: Daniel Petroski

Conselho da Comunidade apresenta novos membros

A partir deste domingo, o Conselho da Comunidade do Jornal da Manhã passa a contar com novos colaboradores. Ao todo, nove conselheiros passam a debater com o jornal assuntos pertinentes para a comunidade. Entre os nomes que constam no grupo estão Almir Nabozny, Angelo Luiz Defino, Isonel Sandino Meneguzzo, Jeverson Nascimento, Jocemara Gomes, Lucas Valentin, Luís Fernando Sgarbossa, Marcelo Kloster e Vander Della Colleta Moreno.
O Conselho da Comunidade é composto por cidadãos ponta-grosenses eleitos pela Redação do Jornal da Manhã para opinar sobre temas propostos pelo jornal. Cada conselheiro tem mandato de um ano. O Conselho possui estatuto próprio e autonomia de opinião. “O Conselho tem um papel fundamental na vida da cidade, discutindo e debatendo propostas sobre os mais diferentes tipos de assuntos”, diz o diretor de Redação, Eloir Rodrigues.
Para o editor-chefe do JM, o Conselho da Comunidade é um instrumento importante da democracia, pois o espaço possibilita a manifestação pública de opinião, podendo contra-argumentar ou apoiar a opinião do próprio jornal. “Esse espaço serve para contribuir com a formação social dos leitores”, argumenta. “O jornal é um agente que pode levar assuntos e necessidades das pessoas até os governantes, revertendo em benefício para a sociedade. É nesse sentido que o Conselho ganha especial relevância”, comenta Mário Martins.

Conheça os novos integrantes
Vander Della Coletta Moreno> Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná, é gerente regional do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná (CREA-PR), em Ponta Grossa.
Luiz Fernando Sgarbossa> Coordenador do curso de Direito da Secal, é especialista em Direito Constitucional, e autor de obras publicadas por Sergio Antonio Fabris Editor (Porto Alegre) e pela Juruá Editora (Curitiba).
Isonel Sandino Meneguzzo> É professor do Departamento de Geociências da UEPG, bacharel e licenciado em geografia, especialista em análise ambiental, mestre em ciência do solo e doutorando em geografia.
Ângelo Luiz Defino> Formado em Medicina, é especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e especialista em Medicina de Família pela Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. É autor de livro
Jeverson Nascimento> É graduado em Licenciatura em História e mestrando em Linguagem, Identidade e Subjetividade pela UEPG, exercendo, na mesma instituição, a função de bibliotecário.
Almir Nabozny> É mestre em Gestão do Território pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da UEPG e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul .
Jocemara Gomes> É formada em Odontologia pela UEPG. É palestrante em saúde pública e voluntária da ONG Turma do Bem (Projeto Dentista do Bem, na qual é coordenadora no município e voluntária da Fundação Abrinq.
Lucas Valentin> Produtor cultural e incentivador da cultura de Ponta Grossa, realizando e se envolvendi em projetos específicos para fomentar o setor. técnico em informática, é formado pela UEPG.
Marcelo Kloster> É formado em História pela UEPG e Filosofia (Ceuclar), especialista em História e Cultura pela UEPG, é professor de Sociologia e História no Colégio Linda Bacila e de Filosofia e Ensino Religioso no Marista.

http://jmnews.com.br/noticias/ponta%20grossa/1,27805,02,12,conselho-da-comunidade-apresenta-novos-membros.shtml
 

Alunos produzem filmes de curta-metragem sobre desigualdades sociais

Alunos produzem filmes de curta-metragem sobre desigualdades sociais

Professor de Sociologia, com auxílio de estagiários do Pibid/UEPG, conduz estudo sobre a sociedade atual e incentiva que jovens coloquem este conhecimento em pequenos vídeos

Por Talita Moretto
O professor de Sociologia do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila, em Ponta Grossa, Marcelo Kloster (autor do blog História e Filosofia), utilizou a técnica do audiovisual e as notícias do Jornal da Manhã para discutir ‘Desigualdade Social’ com os alunos do 2º Ano do Ensino Médio. “O objetivo principal foi estimular a postura crítica com relação à sociedade atual, onde as pessoas estão, muitas vezes, cegas diante das desigualdades sociais”, explica Kloster.
Com auxílio dos estagiários do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), que desenvolvem o projeto ‘Cinema e novas mídias: ferramentas para a leitura do mundo’ desde julho de 2011 no Colégio, foram realizadas oficinas sobre técnicas de produção de vídeos, fotografia e digitalização. Mas, antes de iniciar a produção dos filmes, os jovens estudaram diversos conceitos relacionados às classes sociais. “Durante todo o bimestre eu pedi que os alunos fizessem a leitura e análise dos jornais, buscando nas notícias assuntos relacionados ao tema”, coloca o professor.
Em grupos, os estudantes produziram vídeos de curta-metragem, a partir de notícias publicadas entre os meses de outubro e novembro no JM, buscando problematizar as desigualdades sociais existentes em nossa sociedade. Os filmes estão disponíveis no youtube (digite o tema e o nome do colégio para encontrá-los) e no dia 29 de novembro acontece o I Festival de Curtas – Curta no Linda, onde as produções serão exibidas no Grande Auditório da UEPG. (Mais informações aqui)

O texto também foi publicado na página JM na Educação, no Jornal da Manhã (Ponta Grossa-PR), em 20 de novembro de 2012. 
23/11/2012 a 9:54 AM · Arquivado em Mídia e Educação, Projeto Vamos Ler (JM), Tecnologias na Educação and tagged: , , ,

Games na educação] Jovens estudam escravidão jogando RPG

Games na educação] Jovens estudam escravidão jogando RPG

O professor de Sociologia e História, Marcelo Kloster,  trabalhou o conteúdo curricular sobre a ‘Escravidão no Brasil Colonial’ através dos “games”. O recurso foi utilizado nas aulas  em suas aulas do 2º Ano/Ensino Médio, no Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila (Ponta Grossa).
O jogo escolhido pelo professor foi o RPG (Role Player Game, na sigla em Inglês).  “Nesses Jogos de Interpretação os participantes são levados, através da imaginação, a viver situações-problemas e a buscar soluções, fazer escolhas e tomar atitudes para poder seguir em frente no jogo”, explica Kloster. A aluna Jennifer Martins gostou da prática. “Esse jogo é uma ótima maneira de estudar história porque a gente consegue aprender jogando, se divertindo”, coloca.
Como fechamento, os alunos produziram textos narrativos em primeira pessoa onde precisavam se imaginar na condição de um escravo recém chegado a um engenho de açúcar. “Com base nessas redações verifiquei que todos entenderam bem o contexto histórico e se apropriaram do conteúdo. E, de acordo com a opinião deles, o recurso [game] foi aprovado”, afirma Kloster.

CLASSIFICADOS SOCIOLÓGICOS





26/11/2012 a 1:33 PM · Arquivado em Projeto Vamos Ler (JM), Tecnologias na Educação and tagged: , , ,

COMTE: Sátiras em Sociologia

COMTE: Sátiras em Sociologia

          No dia 26 de abril, o  professor de Sociologia, Marcelo, do Colégio Estadual Professora Linda Salamuni Bacila fez um trabalho com os alunos do 3º ano A sobre o pensamento de August Comte, e enviou algumas produções à responsável pelo projeto "Vamos Ler" do Jornal da Manhã, Talita Moreto, e o resultado está aí. Mais um trabalho do colégio aparecendo no JM, produção do aluno Marlon Alves, na seção Direto da Escola.

Atividade sobre o pensamento dos sociólogos

DURKHEIM: Sociologia em charge

No dia 24 de maio, mais uma produção do trabalho realizado pelo professor de Sociologia, Marcelo, do Colégio Estadual Professora Linda Salamuni Bacila com os alunos do 3º ano sobre o pensamento de Émile Durkheim, foi enviado à responsável pelo projeto "Vamos Ler" do Jornal da Manhã, Talita Moreto. Está aí mais uma produção dos alunos do colégio aparecendo no JM, agora da aluna Juliana Stadler do 3º ano A, na seção Direto da Escola.

Direto da Escola

Atividade sobre o pensamento dos sociólogos

O professor de História, Filosofia e Sociologia, Marcelo Kloster, solicitou aos seus alunos do 3º ano do Ensino Médio uma atividade na qual deveriam criar uma charge, tira ou HQ.
O professor de História, Filosofia e Sociologia do Colégio Estadual Linda Bacila e do Centro Social Marista Santa Mônica, Marcelo Kloster, solicitou aos seus alunos do 3º ano do Ensino Médio uma atividade na qual deveriam criar uma charge, tira ou HQ sobre o pensamento dos sociólogos: August Comte e Émile Durkheim.


Estudantes debatem sobre civilização - Projeto Vamos Ler

Sociedade

Estudantes debatem sobre civilização

Professor de Sociologia utiliza textos jornalísticos para revelar a formação e a transformação da cultura entre os cidadãos e, dessa forma, explicar a teoria de Norbert Elias

Credito: Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila / Ponta Grossa
 Credito:  Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila / Ponta Grossa
Alunos articulam campanha cobrando respeito e boa conduta na sociedade
As aulas de Sociologia das turmas do 2º ano / Ensino Médio do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila, em Ponta Grossa, ficaram mais interessantes quando o professor Marcelo Kloster passou a utilizar textos atuais para abordar os teóricos e suas ideias. August Comte e Émile Durkheim já foram foco de discussão, agora a teoria do processo civilizador de Norbert Elias é que invadiu as aulas. “Utilizei os textos jornalísticos para que eles pudessem compreender a formação e a transformação da cultura nas sociedades através dos tempos, desenvolvendo assim o espírito crítico e autônomo com relação a todas as culturas existentes”, explica Kloster.
O processo civilizatório de Norbert Elias consiste na transmissão da cultura de uma sociedade ao longo da vida, onde um indivíduo se identifica com os demais dando a ideia de uma coletividade cultural. Sabendo disso, os estudantes buscaram no Jornal da Manhã informações que refletissem uma norma, regra ou lei com o objetivo de modificar ou manter uma característica cultural.
Na edição do dia 03 de maio o Editorial 'O cidadão é o principal fiscalizador das leis', o depoimento ‘Liberdade’ na coluna Leitor JM – indignação de um cidadão por um suspeito de assassinato estar solto - e a notícia ‘Câmara promove audiência hoje’ serviram de pauta para o debate. Na semana seguinte, a matéria ‘PG acumula 52 leis descumpridas’, publicada no dia 10 do mesmo mês, complementou a discussão. “Os alunos concluíram que algumas leis, por exemplo a colocação de lixeiras nos ônibus e em vias de grande movimento de pedestres, não resolvem o problema. É necessário antes educar a população para que tenha atitudes conscientes”, explica o professor.
O trabalho culminou na criação de uma campanha que convencesse as pessoas de que existem ações que não precisam ser transformadas em leis para serem cumpridas, mas devem fazer parte do processo civilizatório e serem respeitadas por aqueles que zelam pela boa convivência em sociedade. Cartazes foram colados em diversos pontos da escola para atingir toda a comunidade e, para finalizar o debate, os alunos inventaram leis para situações cotidianas e sanções imaginárias para o descumprimento destas (ver quadro).
 
Deveria ser punido quem:
Escutar rock pesado sem fone de ouvido e cantar junto.
Pena: Uma semana escutando apenas Justin Bieber e Luan Santana.
Autora: Alana Bastos

Chorar por quem não
liga para você.
Pena: 122 anos ouvindo sua mãe dizendo ‘eu avisei’.
Autor: William Miranda.

Empurrar as pessoas
em uma fila.
Pena: Um mês assistindo Patati Patata.
Autora: Andriele Sierpinski

Publicado em 28 de Junho de 2012, às 00h00min | Autor: Talita Moretto, da redação.

http://www.jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,22500,28,06,estudantes-debatem-sobre-civilizacao.shtml


Herança Histórica - Projeto Vamos Ler

Herança histórica

Aulas resgatam o Cine Império

Professor aproveita o período de estudo dos alunos para a prova do vestibular e aborda a história do município, valorizando os elementos e episódios que a escrevem


Credito: Colégio Estadual Linda Bacila (Ponta Grossa) Credito:  Colégio Estadual Linda Bacila (Ponta Grossa)
Estudantes criam maquetes de locais históricos de Ponta Grossa e expõem para a comunidade no pátio da escola
O professor de História do Colégio Estadual Linda Bacila, em Ponta Grossa, Marcelo Kloster, ao abordar o contexto histórico da cidade no período da República Velha, levou para a turma do terceiro ano do Ensino Médio a notícias sobre a possível demolição do prédio onde antigamente funcionava o Cine Império, um dos mais significativos espaços culturais do município. O caso foi divulgado no dia 10 de maio pelo Jornal da Manhã - “Defesa Civil quer demolir estrutura do Cine Império” -, despertando o interesse dos jovens em entender melhor qual a importância deste espaço para a sua formação cultural.
Diante do episódio, Kloster fez uma proposta aos estudantes: “Pensei em solicitar algo que unisse o fato de eles precisarem estudar a história de Ponta Grossa para fazer a prova do vestibular, mas, ao mesmo tempo, que fizesse com que eles percebessem a beleza de nossa trajetória histórica. Então, pedi que montassem apresentações sobre temas relativos ao assunto, tais como: religião, rede ferroviária, literatura, espaços urbanos, e outros”, explica.
Desta forma, a turma pesquisou informações que complementassem o que estava sendo estudado em sala de aula e criou, na forma de maquetes, locais históricos de Ponta Grossa. Cartazes e vídeos complementaram a pesquisa.
As produções foram expostas no pátio da escola e toda a comunidade pôde apreciar e aprender um pouco mais sobre o passado do local onde moram. Os vídeos também foram compartilhados na internet.
Entenda a situação
O Cine Império carrega consigo parte da história cultural de Ponta Grossa, sendo o cinema mais popular da cidade na década de 50. Mesmo tendo concorrência com outros cinemas mais ‘sofisticados’, como o Cine Renascença e o Cine-Teatro Ópera, o Império ganhou apelo devido ao caráter popular e aos baixos preços cobrados como entrada. Porém, a edificação está se deteriorando. A marquise está precária, podendo cair a qualquer momento. Por causa dessas condições, a Defesa Civil sugere a demolição da estrutura.

Publicado em 09 de Agosto de 2012, às 00h00min | Autor: Talita Moretto, da redação.

http://jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,23896,09,08,aulas-resgatam-o-cine-imperio-.shtml


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Origem do Mundo para as Civilizações Antigas

A Origem do Mundo para as Civilizações Antigas


Mito de Origem Egípcio


“Seus teólogos ensinavam que na orgiem dos tempos existia um oceano tenebroso, espécie de caos, massa liquida inerte chamada Num; em virtude de seu próprio poder, o sol (Atum) saiu do caos primordial dando origem aos dois primeiros deuses que personificam o ar e a umidade. Esses geram o céu e a terra que, por sua vez, produzem Osíris e Ísis, Seth e Neftis”.

Fonte: GIORDANI, Mario Curtis, História da Antiguidade Oriental, Ed. Vozes, Petrópolis, 1983.


Os antigos egípcios, cuja civilização durou mais de dois milênios, criaram mitos bem complicados. Eles acreditavam que o Universo começou quando o deus Atum surgiu simplesmente chamado seu próprio nome. Em seguida, Atum vomitou seu irmão e sua irmã, Shu e Tefnut, que, por sua vez, geram o deus Geb (que simboliza a Terra) e a deusa Nut (o céu). Todos os egípcios nasceram dos filhos de Nut e Geb. Todo o ato da criação foi presenciado pelo Olho que tudo vê, sem interferências.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mitologia Suméria


“No início existia o mar primordial que produziu a montanha cósmica composta do céu e da terra; da união do céu (deusa An) com a terra (Ki) nasce o deus do ar Enlil, que separou o céu da terra, levando esta consigo; uma nova união entre Enlil e sua mãe, a terra, produziu o homem, os animais, as plantas e a civilização”.

Fonte: GIORDANI, Mario Curtis, História da Antiguidade Oriental, Ed. Vozes, Petrópolis, 1983.


Mito de Origem Grego


“tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência.[51] Dele, surge Gaia (a Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo.[51] Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano, que então a fertilizou. Dessa união entre Gaia e Urano, nasceram primeiramente os Titãs: seis homens e seis mulheres (Oceano, Céos, Créos, Hiperião, Jápeto, Téia e Reia, Têmis, Mnemosine, Febe, Tétis e Cronos); e logo os Ciclopes de um só olho e os Hecatônquiros (ou Centimanos). Contudo, Urano, embora tenha gerado estas divindades poderosas, não as permitiu de sair do interior de Gaia e elas permaneceram obedientes ao pai.[53] Somente Cronos, "o mais jovem, de pensamentos tortuosos e o mais terrível dos filhos",[54] castrou o seu pai–com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia–e lançou seus genitais no mar, libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. A situação final foi que Urano não procriou novamente, mas o esperma que caiu de seus genitais cortados produziu a deusa Afrodite, saída de uma espuma da água, ao mesmo tempo que o sangue de sua ferida gerou as Ninfas Melíades, as Erínias e os Gigantes, quando atingiu a terra.[53] Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos titãs com sua irmã e esposa Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega


Mito de Origem Asteca


Os astecas acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo de habitante:

  • Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;

  • Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;

  • Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;

  • Humanos que viraram peixe para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue;

  • e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.

No quinto sol, tudo era negro e morto. Os deuses se reuniram em Teotihuacán para discutir a quem caberia a missão de criar o mundo, tarefa que exigia que um deles teria que se jogar dentro de uma fogueira. O selecionado para esse sacrifício foi Tecuciztecatl. No momento fatídico, Tecuciztecatl retrocede ante o fogo; mas o segundo, um pequeno Deus, humilde e pobre (usado como metáfora do povo asteca sobre suas origens), Nanahuatzin, se lança sem vacilar à fogueira, convertendo-se no Sol. Ao ver isto, o primeiro Deus, sentindo coragem, decide jogar-se transformando-se na Lua.

Ainda assim, os dois astros continuam inertes e é indispensável alimentá-los para que se movam. Então outros deuses decidiram sacrificar-se e dar a "água preciosa", necessária para criar o sangue. Por isso se os homens são obrigados a recriar eternamente o sacrificio divino original.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_asteca


Os astecas do México tinham muitas lendas sobre a criação. Uma delas fala dos deuses Quetzalcoatl e Tezcatlipoca, que retiraram a deusa Coatlicue dos céus e dividiram-na em duas partes, criando o céu e a Terra. Seu corpo transformou-se em montanhas e vales; seus cabelos, em plantas. Mas Coatlicue estava infeliz com o que havia acontecido e exigia freqüentes sacrifícios de corações humanos. Em outro mito, Tezcatlipoca atrai um monstro marinho para a superfície e fica gravemente ferida. Seu corpo transforma-se na Terra.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Chinês


Para a tradição religiosa chinesa, o caos inicial era como um ovo no qual entraram em equilíbrio os princípios opostos, yin e yang. Desse equilíbrio nasceu Pangu, gigante de cujo corpo se formou a água, a terra e o Sol.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Para os antigos chineses, o Universo surgiu de um imenso ovo cósmico contendo o yin-yang. Ali existiam todas as coisas e seu exato oposto. Dentro do yin-yang, estava o deus P’an-Ku: seus olhos transformaram-se no Sol e na Lua: sua respiração, no vento; seus cabelos, nas árvores e plantas;sua carne, na Terra; seu suor, em chuva; e por fim os vermes que corroeram seu corpo transformaram-se em seres humanos. Em outra versão do mito chinês da criação, Pan-Kou-Che, o Criador, esculpia sua grande obra em meio no redemoinho de nuvens.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Indiano


Segundo os Vedas, 3 divindades são responsáveis pelos ciclos de criação e destruição do Universo: Brahma cria, Vishnu preserva e Shiva o destrói para que o ciclo recomece. Para criar o mundo e os humanos, Brahma fez dois deuses de si: Gayatri e Purusha, o homem cósmico de onde foram feitas todas as coisas. Mas, enquanto alguns homens nasceram da boca de Purusha, e se tornaram sacerdotes, outros nasceram dos pés, e se tornaram os escravos da sociedade indiana.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Muitos dos mitos de origem da cultura hindu têm como protagonistas deuses que surgem ao preferirem seus nomes. Outros descrevem grandes oceanos e alguns envolvem ovos cósmicos. De acordo com uma dessas lendas, um oceano gerou um ovo de ouro. Após um ano, Prajapati surgiu do ovo. Ele descansou em sua casa durante mais um ano, antes de tentar falar. O primeiro som que ele emitiu tornou-se a Terra; o segundo, o céu; e o terceiro, as estações.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Iorubá


Segundo a mitologia iorubá, no início dos tempos havia dois mundos: Orum, espaço sagrado dos orixás, e Aiyê, que seria dos homens, feito apenas de caos e água. Por ordem de Olorum, o deus supremo, o orixá Oduduá veio à Terra trazendo uma cabaça com ingredientes especiais, entre eles a terra escura que jogaria sobre o oceano para garantir morada e sustento aos homens.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Mito de Origem Hebreu


Sete dias de Criação:Para os cristãos , “ No início, Deus criou o Céu e a Terra”. Nos seis dias seguintes, Deus trabalhou muito: por volta do terceiro dia, criou o dia e a noite, os mares, a terra e as plantas; por volta do quinto dia, as estrelas, o Sol e a lua, as criaturas do mar e os pássaros. No sexto dia, ele fez os animais e o ponto alto de sua criação: os seres humanos. Deixou o sétimo dia para descansar – por isso, os domingos são sagrados para os cristãos. Depois de criar o Céu e a Terra, Deus admira a sua obra.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Criação Aborigene Austrialiano


Na cultura aborígine australiana, temos o “Tempo dos Sonhos”: uma era na qual seus ancestrais partiam em jornadas, criando “sonhos” que se transformavam em pessoas, lugares sagrados e tradições. Os ancestrais muitas vezes tinham a forma de lagartos; aquecidos pelo Sol, tornavam-se humanos. O deus dos aborígines Dieri fez o primeiro ser humano na forma de um lagarto, mas percebeu que ele só seria capaz de andar quando sua cauda fosse cortada. Os ancestrais do Tempo dos Sonhos são celebrados em expressivas pinturas rupestres.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Sobre a mitologia recomendo a leitura ou a assistir a entrevista de Joseph Campbell, “O poder do Mito”.


domingo, 31 de julho de 2011

O que é História



Vídeo montado e utilizado no inicio do ano letivo com a finalidade de mostrar que a História é muito mais que uma disciplina escolar ou conteúdo de vestibular. É a História de pessoas reais que transformaram sua realidade.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Vivendo o Passado: A utilização de Jogos de Interpretação para compreensão de processos histórico.



JUSTIFICATIVA

Creio que, depois do Homo faber e talvez ao mesmo nível de Homo sapiens,
a expressão Homo ludens merece um lugar em nossa nomenclatura.
Johan Huizinga

Segundo Huizinga, o jogo está presente na cultura desde os primórdios da humanidade até o nosso tempo, e possuem a capacidade “de absorver o jogador de maneira intensa e total (2004, p.6 e p. 16).
Mas por que usar jogos em sala de aula?
Para responder esta questão Silvia Reis afirmou que:
“Eles levam o individuo a pensar ativa, crítica e autonomamente e a criar estratégias próprias. Também desenvolvem a flexibilidade do pensamento, levando à decentração e à coordenação de diferentes pontos de vista, pois, embora, na maioria das vezes, o jogador dependa apenas de si mesmo, suas ações serão pensadas e repensadas levando-se em conta o movimento do outro jogador (2006, p.77)”.
No caso dos Jogos de Interpretação como RPG (Role Player Game) e GURPS (Generic Universal RolePlaying System), os participantes são levados, através da imaginação, a viver situações-problemas e a buscar soluções, fazer escolhas e tomar atitudes para poder seguir em frente no jogo.
“(...) os jogos desenvolvem uma série de atitudes e habilidades, mostram que ganhar ou perder faz parte da vida, indicam a necessidade de seguir regras, permitem a aplicação prática imediata de determinado conhecimento, levam o jogador a desenvolver uma série de estratégias cada vez mais elaboradas, a planejar seus passos tentando antecipar os movimentos do adversário, a enfrentar novos desafios e problemas e a buscar soluções, atitude essa que, com certeza, será transportada para os outros aspectos de sua vida (2006, p.77)”.
Os jogos lúdico-pedagógicos serão direcionados a uma finalidade educativa específica e ao trabalho com determinado conteúdo, embora indiscutível a validade dos jogos para o aprendizado, ele deverá ser trabalhado tendo uma intenção pedagógica sem perder seu caráter lúdico.

OBJETIVOS
Compreender os processos históricos.
Desenvolver a pesquisa e a análise histórica.
Desenvolver o trabalho em grupo.
Conhecer e apropriar-se da História da humanidade.
Entender as relações de espaço-tempo da História.

ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS E RECURSOS DIDÁTICOS

O processo investigativo se deu através da pesquisa e analise, visando a compreensão dos contextos históricos que envolvem as tramas existentes dos Jogos de Interpreteção. Foi levado em consideração a bagagem de conhecimento trazida pelo aluno em articulação com a pesquisa e os resultados obtidos a partir da prática dos jogos.
Para teorização, pesquisa e prática serão utilizadas a biblioteca da escola e no laboratório de informática.

CONTEÚDOS

Apesar de muitos jogos possibilitarem a interdisciplinaridade, todo o trabalho será estruturado sobre conteúdo das Diretrizes Curriculares de História para a Educação Básica.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Relações de trabalho
Relações de poder
Relações culturais

CONTEÚDOS BÁSICOS
A experiência humana no tempo.
Os sujeitos e suas relações com o outro no tempo.
As culturas locais e a cultura comum.

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O LOCAL E O BRASIL
O jovem aluno e suas percepções do tempo histórico (temporalidades e periodizações): memórias e documentos familiares e locais;
o jovem e suas relações com a sociedade no tempo (família, amizade, lazer, esporte, escola, cidade, estado, país, mundo.

A RELAÇÃO COM O MUNDO
A formação do pensamento histórico;
os vestígios humanos: os documentos históricos;
o surgimento dos lugares de memórias: lembranças, mitos, museus, arquivos, monumentos espaços públicos, privados, sagrados;
as diversas temporalidades nas sociedades indígenas, agrárias e industriais;
as formas de periodização: por dinastias, por eras, por eventos significativos,etc.

O LOCAL E O BRASIL
Os povos indígenas e suas culturas na história do Paraná: xetás, kaigangs, xoklengs e tupi-guaranis;
colonizadores portugueses e suas culturas na Amé rica e no território paranaense;
os povos africanos e suas culturas no Brasil e no Paraná;
os imigrantes europeus e asiáticos e suas culturas no Brasil e no Paraná;
a condição das crianças, dos jovens, dos idosos na história do Brasil e do Paraná.

A RELAÇÃO COM O MUNDO
O surgimento da humanidade na África e a diversidade cultural na sua expansão: as teorias sobre seu aparecimento;
as sociedades comunitárias;
as sociedades matriarcais;
as sociedades patriarcais;
o significado das crianças, jovens e idosos nas sociedades históricas.

O LOCAL E O BRASIL
Os mitos, rituais, lendas dos povos indígenas paranaenses;
as manifestações populares no Paraná: a congada, o fandango, cantos, lendas, rituais e as festividades religiosas;
pinturas rupestres e sambaquis no Paraná;
a produção artística e científica paranaense;

A RELAÇÃO COM O MUNDO
Pensamento científico: a antiguidade grega e Europa moderna;
a formação da arte moderna;
as relações entre a cultura oral e a cultura escrita: a narrativa histórica.

CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Foi utilizado com critério de avaliação a compreensão de processos históricos e as relações de espaço-tempo da história o trabalho realizado em grupo e o cumprimento de regras.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, F; PEREIRA, C. K; RICON, L. E. O desafio dos bandeirantes. Rio de Janeiro: GSA, 1992.
ARIÈS, P. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares nacionais: matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Pró­letramento: programa de formação continuada de professores dos anos/séries iniciais do ensino
fundamental: matemática. Brasília: MEC/SEB, 2007.
BROUGÈRE,G. Jogo e educação. Tradução de Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
COOK, M; TWEET, J; WILLIANS, S. Dungeons & Dragons – livro do jogador. 3. ed. São Paulo: Devir, 2001.
_______________________________. Dungeons & Dragons – livro do mestre. 3. ed. São Paulo: Devir, 2001.
FAIRCHILD, T. M. O discurso de escolarização do RPG. 186f. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós­Graduação em Educação – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2004.
FREITAS, L. E. R. O Role Playing Game e a Escola: Múltiplas linguagens e competências em jogo – um estudo de caso sobre a inserção dos jogos de RPG dentro do currículo escolar. 176 f. Dissertação de mestrado. Programa de Pós Graduação em Educação, Departamento de Educação do Centro de Teologia e Ciências Humanas, Pontifícia Universidade Católica/Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006.
HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1996.
REIS, Silvia Marina Guedes dos. A matemática no cotidiano infantil - São Paulo: Papirus, 2006.
JACKSON, S. GURPS módulo básico. 2. ed. São Paulo: Devir, 1994.
RICON, L. E. Mini­GURPS o descobrimento do Brasil. São Paulo: Devir, 1999.

domingo, 18 de julho de 2010

Slides: Abstracionismo








Slides: Arte



 O que é Arte? O que pode ser considerado Arte?

         





quinta-feira, 24 de junho de 2010

GURPS: Planilha de personagem

Encontrei uma planilha que facilita a montagem da planilha de personagem pois ela realiza automaticamente as contas.

clique aqui para fazer o download da planilha.

sábado, 19 de junho de 2010

Jogo de Cartas: Reis dos Reis

Reis dos Reis

Objetivo: Conquistar o reino derrotando os senhores feudais.

Preparação: Organizar-se em grupos de cinco jogadores e definir o Rei.

Contrato de Vassalagem: O Rei nomeia seus senhores (as) feudais entregando a posse de um feudo e em troca recebe fidelidade e proteção do senhor feudal. As cartas 10, J ou D e A, representam os senhores feudais. As demais cartas representam quantidade de guerreiros em cada feudo e deverão ser entregues pelo Rei.

Iniciando as batalhas: Organizar as cartas de dois ao nove sendo duas em cada feudo. Cada valor da carta será equivalente ao número de guerreiros que irão defender ou atacar o adversário.

Cartas especiais: O Rei por não possuir cartas terá o valor de 20 guerreiros.
As cartas podem ser colocadas com a face virada para baixo na primeira rodada e nas rodadas seguintes ficarão com a face à mostra.

A Batalha: O rei ordena o ataque, lançam-se os dados e o valor maior ganha diminuindo a diferença dos dados do adversário derrotado.

O Ataque: Após definição da sucessão dos jogadores através dos dados. O Primeiro deverá ordenar o ataque e escolher o adversário. A seqüência de ataque e defesa deverá seguir a ordem dos feudos sendo o rei o último a entrar na batalha. Lançam-se os dados de ataque e pelo adversário os de defesa, diminui o número de guerreiros da diferença dos dados de defesa e ataque.
Obs: Todas as perdas deverão anotadas nos quadros abaixo do jogador derrotado
Passada a batalha segue-se o rei seguinte e assim sucessivamente.

Cartas de Sorte ou Revés: Quando um jogador tirar dados iguais ele deverá retirar uma carta de sorte ou revés. Não haverá escolha.

O Feudo deverá ter todos os seus guerreiros capturados para finalizar as batalhas. Ao vencedor a carta de número menor do feudo será acrescentada aos guerreiros do rei. No caso de dois ou mais adversário estarem atacando o Feudo ao mesmo tempo, as cartas do feudo perdido deverão ser retiradas do jogo.

Os Juizes: Será necessários juizes para marcar as rodadas, os guerreiros perdidos e ganhos. Mostrar a carta de sorte/revés e determinar as vitórias. No jogo será representado pela Igreja Cristã, já que durante o feudalismo, a Igreja existia em praticamente todos os reinos, mas não pertencia a nenhum e em diversas vezes intercedia nas disputas feudais e na criação e controle de regras e conhecimento medieval.

Vídeo e História: O historiador

Vídeo e História: Ditadura Militar

Age of Empires

RPG: O Caminho das Tropas


Jogo idealizado pelo Prof. Marcelo Kloster

O CAMINHO DAS TROPAS

1ª Etapa
Montar o gráfico de personagens dando-lhes toda a capacidade permitida para sua sobrevivência.
Tipos de personagens: Dois Grupos

Negociante = 1
Cozinheiro = 1
Laçador profissional = 5
Caçador profissional = 5
Peão com habilidade para carpintaria = 1
Peão com habilidade para ronda = 5
Peão com conhecimento de remédios ou ervas = 1
Madrinheiro = 1
Peão com habilidade para guia = 1
Contadores = 2

2ª Etapa
Em meados do século XIX, no auge do tropeirismo, um grande fazendeiro do sul está à procura de um grupo experiente de peões para levar uma carga de mulas paraguaias e gaúchas, cavalos e gado até a região de Sorocaba. Serão ao todo 550 animais e serão necessários pelo menos 20 homens das mais variadas especialidades além de cães para avisar dos perigos e ajudar a cercar a tropa. A viagem durará de três a quatro meses.

Objetivo: Ser escolhido para a tropa
Cozinheiro – 1 de agrado do negociante
Peão auxiliar do cozinheiro – 1 de agrado do cozinheiro
Laçador profissional – 5 com capacidade acima da média
Caçador profissional – 5 com capacidade acima da média
Peão com habilidade para carpintaria – 1 Com esta capacidade acima da média
Peão com habilidade para ronda – 5 com habilidade para caça e boa visão noturna
Peão com conhecimento de remédios ou ervas – 1 com capacidade acima da média
Madrinheiro 1
Peão com habilidade para guia – 1 Com habilidade para rastrear acima da média
Contadores = 2


3ª Etapa
Viagem até a laguna
Na região da serra a gaucha o dia está coberto pela neblina e existe a preocupação em não deixar espaço no corredor para que não haja nenhum estouro, e um grupo de mulas escape e volte pra fazenda. Dois peões mais velhos, um em cada lado da tropa, alertam os demais para cuidarem dos espaços. Meia hora depois do aviso, um dos cachorros é pisado por umas mulas e retruca mordendo-lhes as canelas, um grupo de 5 mulas escapam do grupo, tudo isto ocorre na esquerda da tropa e os peões 2 e 3 tem de ir buscá-las enquanto o peão mais velho cobre o espaço dos dois. Tem 5 rodadas para cercar as mulas ou ganham um dia de atraso.

Chegada a capela de santa vitória
Cada tropeiro faz o sinal da cruz e pede proteção para a travessia do rio.

Travessia do rio Pelotas – Passo do Inferno
Depois do trecho de campo, já na picada que leva ao rio Pelotas, só existe uma única passagem possível: um muro de pedra fechando no barranco. Só passa um animal de cada vez. No passado, as autoridades construíam esse tipo de garganta, de funil, para montar um registro (pedágio).
Atravessando a tralha: 1ª travessia ( o chefe, o ouro e a prata), 2ª travessia (comida), 3ª travessia (Comida), 4ª travessia (utensílios, roupas, armas, etc.) e 5ª travessia (bruacas). Cada carga perdida, mais um dia de atraso.
Atravessando a madrinha
Atravessando o resto da tropa. Cada peão põe a prova suas habilidades.
Se todos passarem sem dificuldades, será diminuída um dia de viagem.

4ª Etapa
Coxilha Rica
Depois de chegarem e iniciarem os preparativos para o pouso, o tropeiro acusa o outro de quase derrubá-lo da montaria durante a subida depois do rio pelotas. Durante a subida os animais que terminavam de passar o rio, tinham que desocupar a margem, e um tropeiro viu que o outro não estava ajudando, atravessou a sua frente empurrando as mulas que estavam paradas embolando as tropas. Decisão?

Alguns dias os animais ficaram parados na região para recuperar o peso, no terceiro dia durante a ronda, um dois peões responsáveis pela ronda o lhe parecia ser uma mulher entre o horizonte da colina e o crepúsculo. Decisão? Mula-sem-cabeça

Outro peão ouviu os cães latindo no meio da mata e chamou um companheiro para irem juntos verificar. Decisão? Sussuarana ou leão baio. Decisão?
Se a onça não for espantada ou detida, na mesma noite ela atacará, uma mula ou um tropeiro.

Durante o dia seguinte saíram os caçadores atrás de comida fresca. Encontraram veados e porco do mato. Decisão?
Para acertá-los, deverá estar a pelo menos cinco espaços de distância, caso não retornem com pelos menos 4 caças, o grupo ganhará um dia de atraso.

Se toda a quarta etapa for vencida sem dificuldades, será diminuída um dia de viagem.

5ª Etapa
Passagem pela estrada velha – Confronto com os índios.

trilha tem cerca de seis quilômetros. No início, a mata é mais aberta onde a vacada aproveita o capim nativo que cresce no inverno. Depois, o caminho vai afunilando e a gente não consegue ver direito nem a tropa. Surgem os córregos e as grotas, que dificultam a passagem. Mesmo com todo o cuidado, a queda acontece. Nessa região viviam índios xoklengs, kainganges e guaranis. No início da colonização, eles eram nômades e ocupavam um território extenso, desde o litoral do Rio Grande do Sul até onde hoje é o estado do Paraná. Com o avanço da colonização no litoral, eles recuaram para o interior mas acabaram sendo alcançados pelos caminhos tropeiros.
Decisões do líder?
Se o guia não estiver adiantado o grupo será surpreendido com uma enorme árvore caída entre o córrego e os rochedos e o grupo será atacado pela retaguarda. Se o guia estiver sozinho será atacado por um grupo de 6 índios. O ataque será feito durante duas rodadas com todos os participantes começando pelos números pares em seguida pelos impares.
Serão 60 índios para um grupo de 20 tropeiros. Cada tropeiro terá poder de ataque D+3 para espingarda e D+2 para garrucha. Caso esteja protegido por uma árvore ou pedra terá nos dados de defesa D+1.
Se depois das duas rodadas o número de índios não for reduzido pela metade, teremos mais duas e assim sucessivamente.
Se toda a etapa for vencida sem dificuldades, serão diminuídos dois dias de viagem. Para cada nova rodada do confronto será acrescentado um dia.

6ª Etapa
Para atingir a divisa com o Paraná, a comitiva vai sair de Santa Cecília, na região central de Santa Catarina, cruzar a serra do espigão e chegar a cidade de Mafra. A serra do espigão é um dos mais importantes divisores de água de Santa Catarina e é um marco divisório para a tropa, porque fica bem na metade da rota até Sorocaba. Com a noite chegando foi fincando a estaca antes da subida do espigão, a noite fria e o cansaço, derrubaram muitos nos braços de morfeu, os responsáveis pela ronda se revesavam no mate e na beira da fogueira. Na manhã seguinte os contadores deram falta de 22 mulas paraguaias. De acordo com o guia, o rastro seguia em direção a serra, e sabia-se que depois da serra havia algumas fazendas onde estes ladrões iriam estar. Decisão do líder?

Fazenda sequestrada.
Os peões enxergam uma pequena casa na baixada da colina, com um grupo de mulas no curral. O mais esguio, fica responsável por se aproximar e tentar verificar a situação. Os ladrões estavam lá e estavam sequestrando os donos da propriedade. Eram 4 ladrões. Um sempre com as mulas, outro dormindo numa rede da varanda os outro dois estavam dentro da casa. Decisão?

7ª Etapa
Fazenda Cruzeiro
Três dias para descansar a tropa, renovar os mantimentos, conseguir alguma caça.

Eventos:
Caça
Serão três rios para atravessar com a tropa.
Mais um ataque de bugres

8ª Etapa
A tropa na região dos campos gerais. Em Ponta Grossa o grupo de animais é acomodado numa invernada, enquanto os peões se ajeitam no acampamento, um grupo segue com o cozinheiro para um armazém para comprar mantimentos e saber das notícias. Na manhã seguinte, era festa na igreja e todos resolvem amanhecer numa bodega para esperar a festa.

Durante a festa o cozinheiro resolve chamar para dançar, uma moça bonita que lhe sorria, sem saber que a moça estava comprometida com outro peão da região. O peão ao ver o cozinheiro convidando sua pretendente atravessa a conversa com a mão no peito do cozinheiro. Decisão?

Desafio de laço e tiro.

9ª Dia
O dia começa com um “garoinha” que vira uma tempestade ao longo do dia. A noite foi difícil dormir com tudo molhado, chão alagado, frio e a chuva que não parava. Foi assim por três dias. Passamos Castro, e em cinco dias chegamos a Itararé com a chuva dando uma folga nos últimos dias.
Chegamos na divisa onde está a famosa barreira de Itararé, que dificultava a passagem dos tropeiros.

10ª Dia
Feira de Sorocaba

Conta-se o número de mulas – 550= para cada dezena acrescenta um dia.
Soma-se aos dias que levaram e teremos o resultado final.