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domingo, 23 de dezembro de 2012

Alunos produzem filmes de curta-metragem sobre desigualdades sociais

Alunos produzem filmes de curta-metragem sobre desigualdades sociais

Professor de Sociologia, com auxílio de estagiários do Pibid/UEPG, conduz estudo sobre a sociedade atual e incentiva que jovens coloquem este conhecimento em pequenos vídeos

Por Talita Moretto
O professor de Sociologia do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila, em Ponta Grossa, Marcelo Kloster (autor do blog História e Filosofia), utilizou a técnica do audiovisual e as notícias do Jornal da Manhã para discutir ‘Desigualdade Social’ com os alunos do 2º Ano do Ensino Médio. “O objetivo principal foi estimular a postura crítica com relação à sociedade atual, onde as pessoas estão, muitas vezes, cegas diante das desigualdades sociais”, explica Kloster.
Com auxílio dos estagiários do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), que desenvolvem o projeto ‘Cinema e novas mídias: ferramentas para a leitura do mundo’ desde julho de 2011 no Colégio, foram realizadas oficinas sobre técnicas de produção de vídeos, fotografia e digitalização. Mas, antes de iniciar a produção dos filmes, os jovens estudaram diversos conceitos relacionados às classes sociais. “Durante todo o bimestre eu pedi que os alunos fizessem a leitura e análise dos jornais, buscando nas notícias assuntos relacionados ao tema”, coloca o professor.
Em grupos, os estudantes produziram vídeos de curta-metragem, a partir de notícias publicadas entre os meses de outubro e novembro no JM, buscando problematizar as desigualdades sociais existentes em nossa sociedade. Os filmes estão disponíveis no youtube (digite o tema e o nome do colégio para encontrá-los) e no dia 29 de novembro acontece o I Festival de Curtas – Curta no Linda, onde as produções serão exibidas no Grande Auditório da UEPG. (Mais informações aqui)

O texto também foi publicado na página JM na Educação, no Jornal da Manhã (Ponta Grossa-PR), em 20 de novembro de 2012. 
23/11/2012 a 9:54 AM · Arquivado em Mídia e Educação, Projeto Vamos Ler (JM), Tecnologias na Educação and tagged: , , ,

Games na educação] Jovens estudam escravidão jogando RPG

Games na educação] Jovens estudam escravidão jogando RPG

O professor de Sociologia e História, Marcelo Kloster,  trabalhou o conteúdo curricular sobre a ‘Escravidão no Brasil Colonial’ através dos “games”. O recurso foi utilizado nas aulas  em suas aulas do 2º Ano/Ensino Médio, no Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila (Ponta Grossa).
O jogo escolhido pelo professor foi o RPG (Role Player Game, na sigla em Inglês).  “Nesses Jogos de Interpretação os participantes são levados, através da imaginação, a viver situações-problemas e a buscar soluções, fazer escolhas e tomar atitudes para poder seguir em frente no jogo”, explica Kloster. A aluna Jennifer Martins gostou da prática. “Esse jogo é uma ótima maneira de estudar história porque a gente consegue aprender jogando, se divertindo”, coloca.
Como fechamento, os alunos produziram textos narrativos em primeira pessoa onde precisavam se imaginar na condição de um escravo recém chegado a um engenho de açúcar. “Com base nessas redações verifiquei que todos entenderam bem o contexto histórico e se apropriaram do conteúdo. E, de acordo com a opinião deles, o recurso [game] foi aprovado”, afirma Kloster.

CLASSIFICADOS SOCIOLÓGICOS





26/11/2012 a 1:33 PM · Arquivado em Projeto Vamos Ler (JM), Tecnologias na Educação and tagged: , , ,

COMTE: Sátiras em Sociologia

COMTE: Sátiras em Sociologia

          No dia 26 de abril, o  professor de Sociologia, Marcelo, do Colégio Estadual Professora Linda Salamuni Bacila fez um trabalho com os alunos do 3º ano A sobre o pensamento de August Comte, e enviou algumas produções à responsável pelo projeto "Vamos Ler" do Jornal da Manhã, Talita Moreto, e o resultado está aí. Mais um trabalho do colégio aparecendo no JM, produção do aluno Marlon Alves, na seção Direto da Escola.

Atividade sobre o pensamento dos sociólogos

DURKHEIM: Sociologia em charge

No dia 24 de maio, mais uma produção do trabalho realizado pelo professor de Sociologia, Marcelo, do Colégio Estadual Professora Linda Salamuni Bacila com os alunos do 3º ano sobre o pensamento de Émile Durkheim, foi enviado à responsável pelo projeto "Vamos Ler" do Jornal da Manhã, Talita Moreto. Está aí mais uma produção dos alunos do colégio aparecendo no JM, agora da aluna Juliana Stadler do 3º ano A, na seção Direto da Escola.

Direto da Escola

Atividade sobre o pensamento dos sociólogos

O professor de História, Filosofia e Sociologia, Marcelo Kloster, solicitou aos seus alunos do 3º ano do Ensino Médio uma atividade na qual deveriam criar uma charge, tira ou HQ.
O professor de História, Filosofia e Sociologia do Colégio Estadual Linda Bacila e do Centro Social Marista Santa Mônica, Marcelo Kloster, solicitou aos seus alunos do 3º ano do Ensino Médio uma atividade na qual deveriam criar uma charge, tira ou HQ sobre o pensamento dos sociólogos: August Comte e Émile Durkheim.


Estudantes debatem sobre civilização - Projeto Vamos Ler

Sociedade

Estudantes debatem sobre civilização

Professor de Sociologia utiliza textos jornalísticos para revelar a formação e a transformação da cultura entre os cidadãos e, dessa forma, explicar a teoria de Norbert Elias

Credito: Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila / Ponta Grossa
 Credito:  Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila / Ponta Grossa
Alunos articulam campanha cobrando respeito e boa conduta na sociedade
As aulas de Sociologia das turmas do 2º ano / Ensino Médio do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila, em Ponta Grossa, ficaram mais interessantes quando o professor Marcelo Kloster passou a utilizar textos atuais para abordar os teóricos e suas ideias. August Comte e Émile Durkheim já foram foco de discussão, agora a teoria do processo civilizador de Norbert Elias é que invadiu as aulas. “Utilizei os textos jornalísticos para que eles pudessem compreender a formação e a transformação da cultura nas sociedades através dos tempos, desenvolvendo assim o espírito crítico e autônomo com relação a todas as culturas existentes”, explica Kloster.
O processo civilizatório de Norbert Elias consiste na transmissão da cultura de uma sociedade ao longo da vida, onde um indivíduo se identifica com os demais dando a ideia de uma coletividade cultural. Sabendo disso, os estudantes buscaram no Jornal da Manhã informações que refletissem uma norma, regra ou lei com o objetivo de modificar ou manter uma característica cultural.
Na edição do dia 03 de maio o Editorial 'O cidadão é o principal fiscalizador das leis', o depoimento ‘Liberdade’ na coluna Leitor JM – indignação de um cidadão por um suspeito de assassinato estar solto - e a notícia ‘Câmara promove audiência hoje’ serviram de pauta para o debate. Na semana seguinte, a matéria ‘PG acumula 52 leis descumpridas’, publicada no dia 10 do mesmo mês, complementou a discussão. “Os alunos concluíram que algumas leis, por exemplo a colocação de lixeiras nos ônibus e em vias de grande movimento de pedestres, não resolvem o problema. É necessário antes educar a população para que tenha atitudes conscientes”, explica o professor.
O trabalho culminou na criação de uma campanha que convencesse as pessoas de que existem ações que não precisam ser transformadas em leis para serem cumpridas, mas devem fazer parte do processo civilizatório e serem respeitadas por aqueles que zelam pela boa convivência em sociedade. Cartazes foram colados em diversos pontos da escola para atingir toda a comunidade e, para finalizar o debate, os alunos inventaram leis para situações cotidianas e sanções imaginárias para o descumprimento destas (ver quadro).
 
Deveria ser punido quem:
Escutar rock pesado sem fone de ouvido e cantar junto.
Pena: Uma semana escutando apenas Justin Bieber e Luan Santana.
Autora: Alana Bastos

Chorar por quem não
liga para você.
Pena: 122 anos ouvindo sua mãe dizendo ‘eu avisei’.
Autor: William Miranda.

Empurrar as pessoas
em uma fila.
Pena: Um mês assistindo Patati Patata.
Autora: Andriele Sierpinski

Publicado em 28 de Junho de 2012, às 00h00min | Autor: Talita Moretto, da redação.

http://www.jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,22500,28,06,estudantes-debatem-sobre-civilizacao.shtml


Herança Histórica - Projeto Vamos Ler

Herança histórica

Aulas resgatam o Cine Império

Professor aproveita o período de estudo dos alunos para a prova do vestibular e aborda a história do município, valorizando os elementos e episódios que a escrevem


Credito: Colégio Estadual Linda Bacila (Ponta Grossa) Credito:  Colégio Estadual Linda Bacila (Ponta Grossa)
Estudantes criam maquetes de locais históricos de Ponta Grossa e expõem para a comunidade no pátio da escola
O professor de História do Colégio Estadual Linda Bacila, em Ponta Grossa, Marcelo Kloster, ao abordar o contexto histórico da cidade no período da República Velha, levou para a turma do terceiro ano do Ensino Médio a notícias sobre a possível demolição do prédio onde antigamente funcionava o Cine Império, um dos mais significativos espaços culturais do município. O caso foi divulgado no dia 10 de maio pelo Jornal da Manhã - “Defesa Civil quer demolir estrutura do Cine Império” -, despertando o interesse dos jovens em entender melhor qual a importância deste espaço para a sua formação cultural.
Diante do episódio, Kloster fez uma proposta aos estudantes: “Pensei em solicitar algo que unisse o fato de eles precisarem estudar a história de Ponta Grossa para fazer a prova do vestibular, mas, ao mesmo tempo, que fizesse com que eles percebessem a beleza de nossa trajetória histórica. Então, pedi que montassem apresentações sobre temas relativos ao assunto, tais como: religião, rede ferroviária, literatura, espaços urbanos, e outros”, explica.
Desta forma, a turma pesquisou informações que complementassem o que estava sendo estudado em sala de aula e criou, na forma de maquetes, locais históricos de Ponta Grossa. Cartazes e vídeos complementaram a pesquisa.
As produções foram expostas no pátio da escola e toda a comunidade pôde apreciar e aprender um pouco mais sobre o passado do local onde moram. Os vídeos também foram compartilhados na internet.
Entenda a situação
O Cine Império carrega consigo parte da história cultural de Ponta Grossa, sendo o cinema mais popular da cidade na década de 50. Mesmo tendo concorrência com outros cinemas mais ‘sofisticados’, como o Cine Renascença e o Cine-Teatro Ópera, o Império ganhou apelo devido ao caráter popular e aos baixos preços cobrados como entrada. Porém, a edificação está se deteriorando. A marquise está precária, podendo cair a qualquer momento. Por causa dessas condições, a Defesa Civil sugere a demolição da estrutura.

Publicado em 09 de Agosto de 2012, às 00h00min | Autor: Talita Moretto, da redação.

http://jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,23896,09,08,aulas-resgatam-o-cine-imperio-.shtml


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Origem do Mundo para as Civilizações Antigas

A Origem do Mundo para as Civilizações Antigas


Mito de Origem Egípcio


“Seus teólogos ensinavam que na orgiem dos tempos existia um oceano tenebroso, espécie de caos, massa liquida inerte chamada Num; em virtude de seu próprio poder, o sol (Atum) saiu do caos primordial dando origem aos dois primeiros deuses que personificam o ar e a umidade. Esses geram o céu e a terra que, por sua vez, produzem Osíris e Ísis, Seth e Neftis”.

Fonte: GIORDANI, Mario Curtis, História da Antiguidade Oriental, Ed. Vozes, Petrópolis, 1983.


Os antigos egípcios, cuja civilização durou mais de dois milênios, criaram mitos bem complicados. Eles acreditavam que o Universo começou quando o deus Atum surgiu simplesmente chamado seu próprio nome. Em seguida, Atum vomitou seu irmão e sua irmã, Shu e Tefnut, que, por sua vez, geram o deus Geb (que simboliza a Terra) e a deusa Nut (o céu). Todos os egípcios nasceram dos filhos de Nut e Geb. Todo o ato da criação foi presenciado pelo Olho que tudo vê, sem interferências.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mitologia Suméria


“No início existia o mar primordial que produziu a montanha cósmica composta do céu e da terra; da união do céu (deusa An) com a terra (Ki) nasce o deus do ar Enlil, que separou o céu da terra, levando esta consigo; uma nova união entre Enlil e sua mãe, a terra, produziu o homem, os animais, as plantas e a civilização”.

Fonte: GIORDANI, Mario Curtis, História da Antiguidade Oriental, Ed. Vozes, Petrópolis, 1983.


Mito de Origem Grego


“tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência.[51] Dele, surge Gaia (a Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo.[51] Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano, que então a fertilizou. Dessa união entre Gaia e Urano, nasceram primeiramente os Titãs: seis homens e seis mulheres (Oceano, Céos, Créos, Hiperião, Jápeto, Téia e Reia, Têmis, Mnemosine, Febe, Tétis e Cronos); e logo os Ciclopes de um só olho e os Hecatônquiros (ou Centimanos). Contudo, Urano, embora tenha gerado estas divindades poderosas, não as permitiu de sair do interior de Gaia e elas permaneceram obedientes ao pai.[53] Somente Cronos, "o mais jovem, de pensamentos tortuosos e o mais terrível dos filhos",[54] castrou o seu pai–com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia–e lançou seus genitais no mar, libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. A situação final foi que Urano não procriou novamente, mas o esperma que caiu de seus genitais cortados produziu a deusa Afrodite, saída de uma espuma da água, ao mesmo tempo que o sangue de sua ferida gerou as Ninfas Melíades, as Erínias e os Gigantes, quando atingiu a terra.[53] Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos titãs com sua irmã e esposa Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega


Mito de Origem Asteca


Os astecas acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo de habitante:

  • Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;

  • Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;

  • Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;

  • Humanos que viraram peixe para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue;

  • e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.

No quinto sol, tudo era negro e morto. Os deuses se reuniram em Teotihuacán para discutir a quem caberia a missão de criar o mundo, tarefa que exigia que um deles teria que se jogar dentro de uma fogueira. O selecionado para esse sacrifício foi Tecuciztecatl. No momento fatídico, Tecuciztecatl retrocede ante o fogo; mas o segundo, um pequeno Deus, humilde e pobre (usado como metáfora do povo asteca sobre suas origens), Nanahuatzin, se lança sem vacilar à fogueira, convertendo-se no Sol. Ao ver isto, o primeiro Deus, sentindo coragem, decide jogar-se transformando-se na Lua.

Ainda assim, os dois astros continuam inertes e é indispensável alimentá-los para que se movam. Então outros deuses decidiram sacrificar-se e dar a "água preciosa", necessária para criar o sangue. Por isso se os homens são obrigados a recriar eternamente o sacrificio divino original.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_asteca


Os astecas do México tinham muitas lendas sobre a criação. Uma delas fala dos deuses Quetzalcoatl e Tezcatlipoca, que retiraram a deusa Coatlicue dos céus e dividiram-na em duas partes, criando o céu e a Terra. Seu corpo transformou-se em montanhas e vales; seus cabelos, em plantas. Mas Coatlicue estava infeliz com o que havia acontecido e exigia freqüentes sacrifícios de corações humanos. Em outro mito, Tezcatlipoca atrai um monstro marinho para a superfície e fica gravemente ferida. Seu corpo transforma-se na Terra.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Chinês


Para a tradição religiosa chinesa, o caos inicial era como um ovo no qual entraram em equilíbrio os princípios opostos, yin e yang. Desse equilíbrio nasceu Pangu, gigante de cujo corpo se formou a água, a terra e o Sol.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Para os antigos chineses, o Universo surgiu de um imenso ovo cósmico contendo o yin-yang. Ali existiam todas as coisas e seu exato oposto. Dentro do yin-yang, estava o deus P’an-Ku: seus olhos transformaram-se no Sol e na Lua: sua respiração, no vento; seus cabelos, nas árvores e plantas;sua carne, na Terra; seu suor, em chuva; e por fim os vermes que corroeram seu corpo transformaram-se em seres humanos. Em outra versão do mito chinês da criação, Pan-Kou-Che, o Criador, esculpia sua grande obra em meio no redemoinho de nuvens.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Indiano


Segundo os Vedas, 3 divindades são responsáveis pelos ciclos de criação e destruição do Universo: Brahma cria, Vishnu preserva e Shiva o destrói para que o ciclo recomece. Para criar o mundo e os humanos, Brahma fez dois deuses de si: Gayatri e Purusha, o homem cósmico de onde foram feitas todas as coisas. Mas, enquanto alguns homens nasceram da boca de Purusha, e se tornaram sacerdotes, outros nasceram dos pés, e se tornaram os escravos da sociedade indiana.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Muitos dos mitos de origem da cultura hindu têm como protagonistas deuses que surgem ao preferirem seus nomes. Outros descrevem grandes oceanos e alguns envolvem ovos cósmicos. De acordo com uma dessas lendas, um oceano gerou um ovo de ouro. Após um ano, Prajapati surgiu do ovo. Ele descansou em sua casa durante mais um ano, antes de tentar falar. O primeiro som que ele emitiu tornou-se a Terra; o segundo, o céu; e o terceiro, as estações.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Origem Iorubá


Segundo a mitologia iorubá, no início dos tempos havia dois mundos: Orum, espaço sagrado dos orixás, e Aiyê, que seria dos homens, feito apenas de caos e água. Por ordem de Olorum, o deus supremo, o orixá Oduduá veio à Terra trazendo uma cabaça com ingredientes especiais, entre eles a terra escura que jogaria sobre o oceano para garantir morada e sustento aos homens.

Fonte: http://super.abril.com.br/religiao/criacao-mundo-447670.shtml


Mito de Origem Hebreu


Sete dias de Criação:Para os cristãos , “ No início, Deus criou o Céu e a Terra”. Nos seis dias seguintes, Deus trabalhou muito: por volta do terceiro dia, criou o dia e a noite, os mares, a terra e as plantas; por volta do quinto dia, as estrelas, o Sol e a lua, as criaturas do mar e os pássaros. No sexto dia, ele fez os animais e o ponto alto de sua criação: os seres humanos. Deixou o sétimo dia para descansar – por isso, os domingos são sagrados para os cristãos. Depois de criar o Céu e a Terra, Deus admira a sua obra.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Mito de Criação Aborigene Austrialiano


Na cultura aborígine australiana, temos o “Tempo dos Sonhos”: uma era na qual seus ancestrais partiam em jornadas, criando “sonhos” que se transformavam em pessoas, lugares sagrados e tradições. Os ancestrais muitas vezes tinham a forma de lagartos; aquecidos pelo Sol, tornavam-se humanos. O deus dos aborígines Dieri fez o primeiro ser humano na forma de um lagarto, mas percebeu que ele só seria capaz de andar quando sua cauda fosse cortada. Os ancestrais do Tempo dos Sonhos são celebrados em expressivas pinturas rupestres.

Fonte: http://agrandeexplosao.blogspot.com/2007/08/mitos-da-criao-quando-o-universo.html


Sobre a mitologia recomendo a leitura ou a assistir a entrevista de Joseph Campbell, “O poder do Mito”.